Vontade de escrever, paralelismo, complexo de inferioridade e The Big C


Escrever por escrever

Hoje me deu vontade de escrever novamente neste empoeirado blog que criei há algum tempo, provavelmente naqueles dias de empolgação de um jornalista recém-formado. Não sei exatamente sobre o que gostaria de escrever. Apenas resolvi esticar os dedos e digitar o que me vem à cabeça.

Hoje troquei o carro pelo ônibus e li um bom pedaço do livro “72 horas para morrer”, um suspense nacional de Ricardo Ragazzo que está longe de ser um best-seller ou daquelas obras que os intelectuais gostam de comentar nos cafés da cidade, mas que está conseguindo prender a minha atenção.

Paralelismo

Prender a minha atenção não costuma ser uma tarefa fácil. Vivo no paralelismo. No trabalho, várias abas do navegador e documentos abertos, além de papéis espalhados pela mesa; em casa, seja zapeando nos canais da TV ou revezando entre o quarto, a sala e a cozinha.

Fazer duas ou mais atividades ao mesmo tempo nem sempre é bom, mas ainda é assim que consigo o meu melhor rendimento. No fundo não acho muito legal essa inquietação toda. Queria ser mais concentrado. Porém, enquanto as coisas não se “agravam”, dou um desconto para mim mesmo e vou convivendo e entendendo esse meu jeito de levar a vida.

Complexo de inferioridade

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Talvez o meu maior medo seja em relação ao que as pessoas pensam de minhas ações e atitudes. Na verdade, sempre a minha grande sina foi a de se passar por “Robert”, sabe aqueles que vivem querendo se aparecer da maneira mais tosca possível? Talvez por julgar tanto esse tipo de “atitude”, tento ser justamente o contrário, assumindo um papel de coadjuvante das coisas.

E o pior que isso também não é legal. Talvez por isso carrego uma dose considerável do tal complexo de inferioridade (como esses dias mesmo me disseram). E este medo de aparecer se tornou um problema, uma espécie de comodismo na ausência de responsabilidade que este “papel” me exige.

The Big C

THE BIG C

Não sou muito de acompanhar séries, novelas e afins… Muito pelo meu paralelismo antes citado. Entretanto, de um tempo para cá tenho acompanhado a série “The Big C”, que me chamou a atenção pela sua proposta de mistura entre humor e drama.

A história é de Cathy, uma mulher na casa dos 40 anos que descobre ter câncer e passa por uma reviravolta em sua vida, tudo na busca pelo melhor aproveitamento possível de seu tempo ainda viva. A proposta da série é retratar os cinco estágios da dor: negação, raiva, negociação (oferecer algo para conseguir outra coisa), depressão e aceitação. Vale a pena conferir. (Não pesquisei mais para não perder a vontade de continuar assistindo… :D)

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